Friday, 14 August 2009
Espéce vigésima quinta
É sem grande prazer que anuncio neste local destinado ao efeito, que me faz espéce o 15 (quinze) de Agosto! Por diversas razões (duas mais concretamente!), a primeira é que há tourada pelo menos nas Caldas da Rainha e a segunda é porque é feriado sem que eu perceba muito bem porquê... Há ainda uma terceira razão, que se deve essencialmente à pronuncia do dito dia. Quinze de Agosto soa mal, pelo menos para mim...
Saturday, 20 June 2009
Espéce vigésima quarta
Ao entrarmos nesta época do ano, o verão especificando mais, começo-me a assustar com os inúmeros anúncios não só televisivos mas também no próprio local da chacina, digamos assim... Estou-me naturalmente a referir a esse "espectáculo" tão aclamado pelo povo que é a tourada. E o que há dizer da tourada? Algumas coisas, e infelizmente coisas nada bonitas... Primeiro, há que dizer que a tourada faz-me realmente bastante espéce, mesmo muita... Depois ao pensar nos pobres animais, que vão ser massacrados para bel-prazer do público, vem-me uma enorme tristeza. Depois só há mesmo a dizer que a tourada é estúpida, sendo que ainda estou para descobrir donde vem a "arte" que tanta gente fala... Portanto ficam aqui alguns conselhos, sempre que vir uma praça de touros mande umas pedras com força, ou rasgue cartazes ou, se for meliante, escreva mesmo nas paredes da praça: "Isto é uma valente porcaria, animais!"...
Thursday, 18 June 2009
Espéce vigésima terceira
Faz-me espéce o circo... em particular os animais que são enclausurados sem escrúpulos (parecem "Ruculusos", como oiço agora nesta bela melodia) e, muitas das vezes até maltratados, quando, no fundo, os palhaços é que deviam levar umas boas chicotadas por fazerem o terror das crianças... e nem colocam bolinha vermelha no canto do circo para alertar os progenitores do perigo eminente.
enfim, o circo está à porta de minha casa... que é como quem diz ao pé da casa do Toino da Pipa, e eu não fui, porque me fazem espéce algumas coisas que por lá se passam.
enfim, o circo está à porta de minha casa... que é como quem diz ao pé da casa do Toino da Pipa, e eu não fui, porque me fazem espéce algumas coisas que por lá se passam.
Tuesday, 12 May 2009
Espéce vigésima segunda
Faz-me espéce não ter vagar para escrever no faz-me espéce, ainda para mais quando há tanta coisa na existência que me faz espéce. A existência faz-me espéce.
N.A.: Esta falta de "tempo" (não é falta de tempo, é mais falta de vagar, mesmo, por mais antiquada que a palavra pareça e seja, é também a que me parece designar melhor o que realmente sinto em relação a isto) para escrever no faz-me espéce, na verdade, e infelizmente, não se cinge a este blog... estende-se a todos os meus outros blogs e até mesmo ao que diz respeito a escrever em cadernos. Talvez até mais a escrever nos cadernos.
N.A.: Esta falta de "tempo" (não é falta de tempo, é mais falta de vagar, mesmo, por mais antiquada que a palavra pareça e seja, é também a que me parece designar melhor o que realmente sinto em relação a isto) para escrever no faz-me espéce, na verdade, e infelizmente, não se cinge a este blog... estende-se a todos os meus outros blogs e até mesmo ao que diz respeito a escrever em cadernos. Talvez até mais a escrever nos cadernos.
Sunday, 19 April 2009
Espéce vigésima primeira
Faz-me espéce (mas uma espéce algo recheada de ódio) que crianças me tenham furtado uma das minhas bolas de malabarismo na sequência de uma pequena actuação enquanto animador da denominada "noite da almofada" no Complexo dos arcos em Óbidos. As crianças, entre os 3 e os 8 anos de idade, sensivelmente, por várias vezes tentaram roubar-me as bolas, aproveitando-se de uma distracção para as levar para casa descontraídamente. Recuperei quase a totalidade, no entanto, algum catraio mais fugitivo terá ficado com uma. Faz-me espéce que tomem as criancinhas por inocentes que não o são, de maneira nenhuma.
Espéce vigésima
De todas as coisas que me têm feito ou vão fazendo confusão, impressão, comichão, espéce, no fundo, esta é a primeira que me abalou mesmo muito... dá-se que, sem que eu entenda muito bem porquê, um dos meus blogs mais antigos, o exanimatus, simplesmente desapareceu. E o estranho, como disse acima, é que não faço a menor ideia de como isso se processou. Tenho a certeza absoluta de não ter sido eu a apagá-lo, até porque já não estou ébrio há bastante tempo, e só de há uns dias para cá dei pela falta do blog. Não sei se tal coisa se processou devido a um qualquer erro da blogdrive, embora me custe a crer nisso, já que eles têm bons servidores, e, caso acontecesse irem terminar o préstimo dos seus serviços de alojamento, com toda a certeza informariam os utentes do seu servidor; não sei se foi alguém com pretensas intenções de hacking, e, se foi, não percebo o porquê de me terem escolhido a mim; não sei se terá sido alguém num espaço público, ou assim, já que nunca deixo as minhas informações guardadas em computadores públicos, e faço sempre questão de me certificar que toda e qualquer sessão que tenha iniciado nos mesmos nunca fique ligada; não sei se terá sido alguém cá de casa, entrando na minha sessão, mas também não percebo porque raio iria alguém cá de casa apagar definitivamente um dos meus blogs, quando sabem que, na prática, para todos os efeitos, aquilo é "a minha vida"... e ainda por cima, o que custa, é que nunca guardo backups de texto nenhum, as coisas que ali tinha eram, na verdade, únicas, e perderam-se praticamente todas (ainda salvei alguns textos que estavam guardados em cache, na net, mas muito poucos)... a blogdrive diz que não pode fazer nada, portanto, decidi criar um novo exanimatus, do zero, no mesmo endereço. Mas o que se perdeu não deixa de me provocar uma imensa e tremenda espéce...
Sunday, 1 February 2009
Espéce décima nona
Já agora gostava de deixar bem patente que me faz alguma espéce as pessoas que trabalham no negócio da restauração, nomeadamente as que exploram snack-bars e restaurantes, não saberem as marcas das coisas que têm expostas... é que eu, que não trabalho naquilo, é que não tenho obrigação de saber onde estão as coisas. E, geralmente, quando peço um pacote de batatas fritas específico (isto acontece mais com pacotes de batatas fritas e esse tipo de aperitivos), a pessoa anda ali a passear com a mão sobre uma panóplia de snacks diversos, a perguntar "é este?" vezes sem conta, como se fosse uma besta que não saiba ler, nem sequer para visualizar aquilo que ele próprio encomendou, não tendo nem um mínimo de conhecimento sobre as coisas que possui à venda no seu estabelecimento. As coisas mais vulgares sucedem quando se pede um pacote de Cheetos - dentro dos Cheetos, as diferentes variedades -, Fritos, 3-D, e demais snacks que surjam durante o ano (nunca sabem o que é, o que leva a indicações "geográficas" precisas de onde se encontra o pacote, ex.: "é esse pacote logo na primeira prateleira a contar de baixo, o terceiro da sua esquerda para a sua direita", ou a descrições do pacote, ex.: "são esses, do pacote cor-de-laranja com as letras brancas dentro da forma vermelha"), quando se pede um pacote de m&m's (deus nos livre sequer de especificar se são de chocolate ou amendoim!) e maltesers (coisa que quase sempre leva a uma procura nos escaparates dos snacks de batata e afins, seguido de um "não tenho disso", o que impõe que se diga "não são batatas, são uns pacotes de chocolate"), ou até quando se pede uma marca de barras de chocolate que exceda os usuais Mars, Snickers, Regina (e tem de ser só dos normais, se for de sabores eles já se perdem logo a procurar), Bounty (desde que se peça "Bu-ó-nti"), portanto, um Nuts, um Jubileu, um Toblerone, ou, algumas vezes, até o mísero Lion.
Senhores: quando encomendarem coisas, ao menos saibam o que têm nos vossos cafés/bares/etc, para não fazerem (mais) figura de parvos.
Senhores: quando encomendarem coisas, ao menos saibam o que têm nos vossos cafés/bares/etc, para não fazerem (mais) figura de parvos.
Espéce décima oitava
Acho que já devia ter colocado esta ulceral espéce, pois de facto faz-me tanta espéce, que muitas vezes até esbracejo a expô-la: faz-me tanta, tanta, mas TANTA espéce as pessoas que não sabem dizer waffle (uá-fâl), dizendo sempre qualquer coisa muito parecida com "wafer" (uei-fâr), portanto, algo ao estilo de "uei-fâl". O facto de a palavra ser escrita com dois ff faz automaticante com que o A tenha um valor fonético mais parecido com o "ah" português, do que com o "ei" inglês, portanto, deve ler-se realmente quase como se lê em português... "uá-fâl", ou, no máximo dos máximos, dar-lhe um valor de "o" e dizer "uó-fâl". Porque até quando tenho de pedir uma porcaria de uma waffle tenho de pensar duas vezes acerca do facto de o energúmeno que me está a atender ir perceber aquilo que estou a pedir, e se ainda por cima vai perder tempo a... "emendar-me" (ex.: "uá-fâl? Ah, uma uei-fâl, certo?") ou trazer-me um queque (muffin - "mâ-fin"), por achar a forma de dizer em inglês mais parecida com a minha forma (correcta) de pronunciar waffles. A sério... aprendam a dizer as coisas, que isto já me faz tanta impressão, que chega a magoar...
Friday, 12 December 2008
Espéce décima sétima
Ora bem, existe este bar na localidade da Foz do Arelho, concelho de Caldas da Rainha, que possui toda uma panóplia de bares na sua marginal, junto da praia, duas ou três discotecas e o único bar de jazz da região Oeste, o Trombone, no centro da vila, onde costumo ir por vários motivos, entre eles o facto de passar música espectacular, ter um ambiente familiar e no entanto sofisticado, bebidas relativamente acessíveis e agradáveis e um atendimento quase personalizado. Acontece que já lá vou há uns anos e obviamente que comecei a desenvolver uma relação de semi-amizade com o dono, o Vítor, e a mulher, a Isabel. Agora, no início, ia lá com pessoas que, tal como eu, apreciam música mas não tocam nenhum instrumento e, para além dos dois anos miseráveis de educação musical, no quinto e sexto anos, não sabemos ler música. Neste momento, o grosso dos meus amigos são músicos ou pseudo-músicos, e faz-me bastante espéce ter de ir ao Trombone e ouvir um caloroso "então, e estes músicos, como é que vão? Bem, músicos, e um emprestado!"
Faz-me espéce ser um "emprestado".
Faz-me espéce ser um "emprestado".
Saturday, 29 November 2008
Espéce décima sexta
É com grande mágoa que relato esta espéce, no belogue faz-me espéce, mas em todo o caso não posso deixar de referir que me deixa imensamente triste e deprimido saber que sou usado e deixo de ser usado seguidamente, tal como uma bola de futebol por algumas pessoas, que ainda por cima se indignam comigo. Ora, esta situação causa-me faz-me imensa espéce...
Friday, 28 November 2008
Espéce décima quinta
Faço parte do grupo de pessoas que fará animação na Vila Natal de Óbidos entre 29 de Novembro e 4 de Janeiro, período no qual seria suposto haver refeições para nós, "trabalhadores/animadores". Faz-me espéce que as refeições sejam apenas sopa, por não haver refeições para todos e portanto apenas a sopa poder ser facultada e, não bastando isto, a cantina estará fechada na hora em que o turno em que trabalho entra para as suas funções e já também encerrada quando estas funções conhecem o seu término. Faz-me espéce não poder comer, portanto, nenhuma sopa durante este período. Uma falta de organização a registar.
Wednesday, 26 November 2008
Espéce (autenticamente) décima-quarta
A minha espéce de hoje continua a ser referente a um evento passado no cinema do CCC (no fundo, no pequeno auditório, transformado, todas as Segundas-feiras, em sala de cinema), desta feita, aquando da minha ida, na Segunda, dia 24 de Novembro, ao mesmo, para ver The Tracey Fragments. O filme é mesmo genial, e desde já aconselho a todos que o vejam, mas não é isso que vem ao caso: o que se passa é que é um filme que requer alguma (muita, aliás) atenção, até porque há regularmente mais de cinco ou seis imagens ao mesmo tempo em ecrã, e ter de me preocupar com legendas não ajuda (felizmente mandei vir o dvd e esse problema das legendas será resolvido), portanto, seria de esperar que quisesse estar descansado, sem ter distracções na sala. Ora, tal não sucede na sala de cinema do Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Raínha, pois parece-me que as filas de cadeiras ou não estão bem fixas ao chão, ou já o uso as foi soltando, e se alguém na fila se mexe, todas as cadeiras sofrem represálias desse mesmo movimento. Sucede que, na transacta Segunda-feira, demasiada gente parecia estar, e cito a minha mãe, com bicho-carpinteiro nos glúteos e/ou costas, pois passaram o filme todo a abanar-se, a compor-se, a traçar e a destraçar a perninha, a mexer em casacos, a tirar e recolocar cachecóis. Para além disso, a pessoa que foi comigo não estava claramente a apreciar o filme, até porque só quis ir pela ida aos bares que se seguiu ao visionamento cinematográfico. E, convenhamos, todas estas situações são de fazer uma incrível e comichosa espéce.
A ver se para a semana as pessoas já param quietas com os cuzinhos... ah, e, sim, eu escolhi uma fila quase vazia, mas parece que depois acabou por encher, portanto, não foi culpa minha, só para quem pudesse levantar esta questão.
A ver se para a semana as pessoas já param quietas com os cuzinhos... ah, e, sim, eu escolhi uma fila quase vazia, mas parece que depois acabou por encher, portanto, não foi culpa minha, só para quem pudesse levantar esta questão.
Wednesday, 19 November 2008
Espéce décima quarta
Antes de mais, faz-me espéce ser supersticioso e ter olvidado a espéce décima terceira, por via de represálias cármicas/kármicas de todo um alinhamento universal não favorável.
Quanto à espéce, em si, é referente ao facto de o meu Windows Media Player 11, através do qual ouço música no computador, e que prezo relativamente mais que o iTunes e/ou o WinAmp devido às informações automáticas que vai fornecendo, se enganar de forma constante e insistente nos nomes dos compositores no último álbum de Dead Combo, por mais que eu o corrija. Na verdade, o que mais me faz espéce é o energúmeno que submeteu as informações ao site gracenote, de onde o dito Windows Media Player retira as informações dos álbuns/artistas/músicas/compositores, pois essa criatura não sabe claramente escrever o nome "Gonçalves", sendo que um dos elementos do duo Dead Combo possui precisamente esse apelido, e dando-se ainda que o grosso das músicas é composto por ambos: Tó Trips e Pedro Gonçalves. Ora, a pessoa interessada em submeter informações, numa ânsia de se antecipar a alguém com uma ortografia mais correcta, apelidou o homem de Pedro "Gonsalves". E ter que andar sempre a substiuir o S por um C cedilhado faz-me muita, mesmo muita espéce.
Quanto à espéce, em si, é referente ao facto de o meu Windows Media Player 11, através do qual ouço música no computador, e que prezo relativamente mais que o iTunes e/ou o WinAmp devido às informações automáticas que vai fornecendo, se enganar de forma constante e insistente nos nomes dos compositores no último álbum de Dead Combo, por mais que eu o corrija. Na verdade, o que mais me faz espéce é o energúmeno que submeteu as informações ao site gracenote, de onde o dito Windows Media Player retira as informações dos álbuns/artistas/músicas/compositores, pois essa criatura não sabe claramente escrever o nome "Gonçalves", sendo que um dos elementos do duo Dead Combo possui precisamente esse apelido, e dando-se ainda que o grosso das músicas é composto por ambos: Tó Trips e Pedro Gonçalves. Ora, a pessoa interessada em submeter informações, numa ânsia de se antecipar a alguém com uma ortografia mais correcta, apelidou o homem de Pedro "Gonsalves". E ter que andar sempre a substiuir o S por um C cedilhado faz-me muita, mesmo muita espéce.
Monday, 17 November 2008
Espéce décima segunda
Faz-me espéce perceber que há coisas más que são imutáveis. Faz-me também uma enorme espéce que pessoas tenham falado comigo e eu com elas não me lembrando eu, neste momento, de nada.
Saturday, 15 November 2008
Espéce décima primeira
Como primeira intervenção no blogue "Faz-me espéce", devo dizer que esta semana soube da morte trágica de um compositor jazzistico que gosto bastante chamado Esbjörn Svensson. Svensson é conhecido pelo seu trio formado desde 1990, o E.S.T. (Esbjörn Svensson trio), o trio conta ainda com a presença dos músicos Dan Berglund e Magnus Öström. Esbjörn trouxe novos ouvintes do jazz sem comprometer as suas origens jazzisticas. Dizia que "cada album é como um livro, com vários capitulos, para que se ouça por ordem, de inico até ao fim, como uma história". Deste cavalheiro posso fornecer o álbum "Strange place for snow" (2002) do qual devo dizer que está muito bem concebido, e onde explora os potenciais de todos os elementos (piano, contrabaixo e bateria). A mim faz-me bastante espéce que este cavalheiro tenha perecido, ainda por cima de uma forma estúpida (morreu quando mergulhava num lago perto de estocolmo), quando ainda muita coisa tinha para nos dar.
Tuesday, 11 November 2008
Espéce décima
Tendo ontem ido ao cinema ao Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Raínha (CCC), para (re)ver o filme Dead Man, de Jim Jarmusch, com Johnny Depp e Gary Farmer - entre toda uma outra panóplia de nomes frequentes nos filmes do senhor Jarmusch - deparei-me com a situação que em si me provoca espéce. Gosto do filme. Dos actores, com certeza, mas muito do realizador. Irei ver o Ghost Dog - The Way of The Samurai, só por ser do mesmo realizador, tal como vi Coffe and Cigarettes pelo mesmo motivo. Gosto do Johnny Depp, garantidamente que sim, gosto de bastantes filmes que vi, com ele nos principais papéis, mas nem por isso me babo com ele. Muito menos sinto um afluxo de sangue à zona pélvica quando o vislumbro. Agora, faz-me espéce que o pequeno auditório do CCC estivesse cheio de meninas malucas de estrogénio, para ver um filme independente, só porque era um filme com o Johnny Deep (sic). Felizmente, o filme também lhes fez espéce, pois sairam da sala a queixar-se que nunca tinham visto uma coisa "tão má". Que é para aprenderem. Pois que o Johnny Deep não faz só filmes comerciais e blockbusters de Hollywood.
N.B.: Clarifico, e espero que, pelo menos para algumas pessoas, de vez: o nome do cavalheiro escreve-se e lê-se DEPP (dois pp, não dois ee) ao invés de "deep" (fundo, profundo). "Dép", não "dip", ok? Grato pela atenção.
N.B.: Clarifico, e espero que, pelo menos para algumas pessoas, de vez: o nome do cavalheiro escreve-se e lê-se DEPP (dois pp, não dois ee) ao invés de "deep" (fundo, profundo). "Dép", não "dip", ok? Grato pela atenção.
Monday, 10 November 2008
Espéce nona
Faz-me espéce ver as crianças (e menos crianças) com necessidades educativas especiais a ser "integradas" no ensino regular, particularmente quando a toda a sua volta existem criaturas ditas "normais" que nada mais fazem, que não seja ridicularizá-las e ostracizá-las. Não, não sou a favor de que essas pessoas fiquem a vida inteira na "redoma" dos serviços especializados, mas esta "integração" (inserir riso sentido) faz-me claramente muita espéce.
Wednesday, 5 November 2008
Espéce sétima
8º B. Pessoas que querem ir para a rua, não querendo antes sair mais cedo, porque o s'tôr deve gostar de se mexer, de jogar futebol, e se não gostar de futebol há-de gostar de basket, se não gostar de basket, caraças, pelo menos há-de gostar de rugby e - deus o não permita! - se não gostar de rugby, sequer, ao menos há-de gostar de correr, saltar em comprimento, em altura. Ora, o que o 8º B não sabe é que, durante o seu tempo de aluno dos segundo e terceiro ciclos e do ensino secundário, o s'tôr abominava educação física - não tendo nunca sentido sequer a sua falta quando deixou de a fazer, ao contrário de muitos dos seus pares. E o que verdadeiramente me faz espéce é o facto de as raparigas do 8º B (que foi quem ficou à conversa comigo no campo de jogos) não perceberem o que é que há para fazer, na vida, além de correr, jogar, saltar, dançar, pontapear esferas ou fazê-las passar por cestos. E ainda me faz mais espéce o facto de lhes ter respondido negativamente à questão "mas o s'tôr ao menos gosta de ver futebol?" e isso ter sido visto como um facto anti-natura.
Se calhar, eu é que me devia fazer espéce a mim próprio, sendo que aqueles pré-adultos fizeram com que o seu universo desportivo parecesse tão comum, normal e ordinário. E pensar isso faz-me, precisamente, espéce.
Se calhar, eu é que me devia fazer espéce a mim próprio, sendo que aqueles pré-adultos fizeram com que o seu universo desportivo parecesse tão comum, normal e ordinário. E pensar isso faz-me, precisamente, espéce.
Monday, 3 November 2008
Espéce quinta
Após uma breve introdução à portentosa turma do 6º C, faz-me espéce que uma aluna, em particular, tenha apenas perguntado se eu era casado, se tinha filhos, companheira ou namorada e me tenha pedido para fazer "assim com as mãos" (ipsis verbis: "Oh, s'tôr, faça assim com as mãos", colocando as mãos de palmas viradas para o seu rosto, de dedos abertos em direcção ao tecto). A Stéphanie faz-me espéce. Muita. E o facto de eu não lhe fazer espéce, tendo ela 14 primaveras, somente, mais espéce me provoca, sobretudo espéce do tipo A, mesmo daquela que causa asco e algum sabor de vómito a surgir na garganta.
Saturday, 1 November 2008
Espéce quarta
Assumo desde já que me faz mesmo muita espéce ficar embriagado nos bares de amigos, particularmente se esses mesmos amigos por lá se encontram. Mais espéce, ainda, me faz se regurgito no mesmo espaço e me vou embora sem ajudar a limpar.
Espéce terceira
O meu telemóvel está com problemas ao telefonar. Não se consegue ouvir bem, nem falar de forma a que a outra pessoa oiça convenientemente, devido às interferências. Faz-me espéce que isso assim seja porque, muitas vezes, digo coisas más que as pessoas não ouvem e, então, voltam a telefonar.
Friday, 31 October 2008
Espece segunda
Este post e criado para informar toda a comunidade e para os prevenir a nao utilizar o segundo macintosh do espaco net em Obidos (Macintosh 2). Faz bastante espece nao poder utilizar qualquer tipo de acentuacao, cedilhas, e inclusive ter de perder muito tempo procurando caracteres como os parentesis ou travessoes. Ter o teclado peparado para um ingles ou americano, faz-me espece, faz sim senhor.
Espéce primeira
Antes de mais, urge informar que abrimos este BELÓGUE no espaço NET da muy nobre e sempre leal villa de raiñas de Óbidos mas, como os PCs (Personal Computers) estavam todos ocupados, tivemos de ocupar os Macs. E, a mim, pessoalmente, faz-me espéce este teclado, pois se mostra rijo em demasia e não me dá jeito para escrever.
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